Nesta segunda-feira (22), o advogado José Rosa Matos se manifestou sobre a prisão ocorrida na última quinta-feira (19), durante uma operação conjunta das forças de segurança no povoado de Umbaúba, zona rural de Ipupiara.
A prisão foi divulgada por veículos de comunicação da região com base nas informações repassadas pelas forças policiais, que informaram o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Após a divulgação do caso, o advogado apresentou documentos e decisões judiciais que, segundo ele, demonstram que a ordem utilizada para a captura já havia sido revogada anteriormente. De acordo com José Rosa Matos, a prisão preventiva foi revogada pela Justiça em abril de 2026, ocasião em que também teria sido expedido um contramandado de prisão registrado no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões.
Ainda conforme o advogado, mesmo após a apresentação da decisão judicial e do contramandado às autoridades competentes, seu cliente permaneceu custodiado, o que motivou a impetração de um habeas corpus durante o plantão judiciário.
Em sua manifestação, José Rosa Matos relatou ainda que houve dificuldades para o cumprimento da decisão judicial que determinou a soltura do custodiado, afirmando que teria ocorrido demora na efetivação da ordem após sua expedição.
O advogado também declarou que, segundo sua avaliação, “estrategicamente nem o delegado, nem o preposto que faz as vezes de carcereiro foram à delegacia, para não ter que cumprir a ordem de soltura”. A afirmação foi feita ao comentar os desdobramentos do caso após a concessão do habeas corpus.
Até o momento, não houve manifestação pública das autoridades citadas sobre as declarações apresentadas pelo advogado. O espaço permanece aberto para eventuais esclarecimentos ou posicionamentos das partes mencionadas.
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