Em abril de 2018, Bruno Drummond de Freitas dormia no banco traseiro de um carro durante uma viagem em família entre São Paulo e Teresópolis quando tudo mudou. A colisão causou fraturas na coluna vertebral e uma lesão medular completa, o diagnóstico foi tetraplegia.
Menos de 24 horas depois do acidente, Bruno se tornava o primeiro paciente a receber polilaminina em uma lesão medular aguda. A substância, desenvolvida pela bióloga Tatiana Sampaio e pesquisadores da UFRJ ao longo de mais de 20 anos, é uma proteína derivada da placenta que atua como um “andaime biológico”, favorecendo a reconexão entre neurônios lesionados.Três semanas após a aplicação, veio o primeiro sinal: a flexão voluntária do dedão do pé. A partir daí, dois anos de reabilitação intensa e evolução progressiva.
Hoje, Bruno caminha sem auxílio, dirige carro manual, cozinha, trabalha, e agora está na academia. O treino que você vê aqui não é apenas exercício físico, mas parte de uma trajetória de recuperação que continua em andamento.
Fonte/reprodução: Portal Guia Bem Estar Via Instagram
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